segunda-feira, 30 de junho de 2014

domingo, 29 de junho de 2014

Mensagem: Dois momentos importantes na vida do crente

Amados hoje o culto foi uma benção. O louvor e a Palavra: Nela o Pastor dividiu a vida do crente em dois momentos: o primeiro quando aceitamos o Senhor. Espera-se que haja uma mudança de vida e tudo o que foi perdido por meio do pecado, o Senhor nos devolve desde que nos convertemos verdadeiramente. Mas, ele quer muito mais, ele quer que nós sejamos transbordante do seu Espírito. Ouçam:

segunda-feira, 9 de junho de 2014

33/2014 - "Bem-aventurado os pobres de espírito"

Meus amados. Não pode estar com os amados nesse fim de semana. Fui dar um seminário em Mogi Mirim sobre a família, na Igreja Batista Nacional, dirigida pelos pastores Cláudio e pastora Cleide. No domingo pela manhã ministrei ao jovens:

Tema: "Bem-aventurados os pobres de espírito" - Mateus 5:3.

Introdução: Quando falamos sobre "pobre de espírito" é preciso fazer uma diferença da que isso quer dizer. "Pobre de espírito" parece ser uma pessoa sem virtude, uma pessoa que não agrega nada; uma pessoa infeliz. Mas, no conjunto da fala de Jesus, "pobre de espírito" tem uma outra conotação. 

Exposição: Jesus começou seu ministério com um longo discurso; um discurso o qual nem sempre nos atentamos. Mas, para nós conhecermos a Jesus, e o que ele espera de nós, o melhor caminho é saber o que ele pregou e ensinou. E as bem-aventuranças elucidam, o ideal de uma vida cristã. Antes que os judeus dissessem ou o acusassem que ele era um impostor, que se opunha à lei de Moisés, ele, ao contrário, disse nesse sermão que não veio destruir à lei, mas, complementa-la. Isso sim. Mas, o que seria uma pessoa "pobre de espírito". Primeiro vamos começar pelo conceito de bem-aventurado = felicidade. Todos nós procuramos meios para buscarmos o nosso bem estar, físico e mental. Trabalhamos com o fim de obtermos o que todos almejam - a felicidade; mas inútil. É uma felicidade passageira, mórbida, vazia. Agora mesmo, o Brasil sedia o maior evento do futebol do mundo, a Copa. Já se gastou dinheiro e não pouco, para proporcionar alegria; felicidade. Mas, tudo isso é inútil. A felicidade no conceito de Jesus foge aos nossos padrões. Felicidade para Jesus, é a capacidade de ser tratado, de ser flexível, de ceder, de ser menos obstinado possível. Pobre de espírito é o reconhecimento da nossa limitação, da nossa impotência. Não somos autossuficientes; ser pobre de espírito é o reconhecimento de que precisamos de ajuda. Precisamos uns dos outros. Precisamos ceder em favor do outro; deixar que o outro cresça e eu diminua. Essa atitude tem uma recompensa celestial, está no futuro. No "presente do indicativo do futuro". A felicidade do crente está na esperança de sua atitude de ceder, de reconhecer converge para o futuro. O reino nos pertencerá, desde que, sejamos "pobre de nós mesmos" e sermos cheios de Deus. 

Conclusão: Quanto mais duro for o coração do homem; mas este será infeliz. O salmo 18 diz que para os humildades, o Senhor se mostra humildade, mas para os obstinados, o Senhor se mostra implacável. 


Uma boa semana a todos.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Gênesis 2:26-28. 
Quando leio este texto penso na família. Ela começa a partir de uma relação entre um homem e uma mulher. Quando Deus viu que o homem estava sozinho. Ele não pensou em fazer outro homem, mas fazer uma pessoa que pudesse preencher àquilo que não havia nele e foi isso mesmo que ocorreu. De tal modo que, quando o homem viu a mulher ele ficou entusiasmado e exclamou como quem disse, "essa, sim é o que me faltava". Olhando para o texto, não posso pensar diferente. Por isso, digo que...
Família me faz lembrar  ajuda. 
Família é lugar de altruísmo. 
Família me faz lembrar de cumplicidade mútua. 
Família me faz lembrar de troca. 
Família me faz lembrar de encontro.
Família me faz lembrar de acolhimento. 
Família é lugar de amor.
É lugar de paz. 
Família é lugar de vida. 
Família é um continente que proporciona  cuidado, felicidade; alegria, bem estar. 
Quando a família não atinge, ou não atinge esse alvo, estamos diante de uma família em desordem. 
Gênesis 4. 
Quando leio o texto do evento de Caim e Abel. Logo me vem na mente  o abismo entre Deus e o homem. 
O encontro deu lugar a separação. 
O altruísmo deu lugar ao egoísmo.
O amor deu lugar ao ódio.
A ajuda deu lugar à inveja. 
A paz deu lugar a contenda. 
A vida deu lugar à morte. 
Deus sabia onde Abel estava. Deus sabia o que se passava no coração de Caim. Mas, Deus queria saber da boca de Caim "qual o lugar que Abel ocupava em sua vida". 
Gênesis 43:27. 
Quando leio este texto sou cometido por um sentimento do quanto a família, é um lugar de saudade, de responsabilidade; lugar de abraço. Já fazia bastante tempo que José havia sido vendido pelos irmãos. Naquele tempo não havia correio, nem "pensar" no meio de comunicação como o temos hoje. Mas, lá dentro do coração de José havia um sentimento, do quanto amava seu pai. Ele, José reconheceu seus irmãos; os mesmos que os vendera. Mas, ele não fez nenhuma menção disso, apenas, perguntou sobre o seu pai.
Gênesis 43:30. 
Quando leio este verso, vejo que, mesmo sendo vendido pelos irmãos, José  não guardava nenhum sentimento de ódio ou vingança, a não ser o sentimento de amor, e abraço e do quanto sentia pelo tempo que não via o seu irmão mais novo. José fora vendido ainda adolescente. Ele não cresceu com o seu irmão mais novo. Por isso, ao vê-lo ali diante dos seus olhos se comoveu. Família é lugar de esperança. 
Gênesis. 45:4-7. 
Quando leio estes versos, muitas coisas passam na minha mente a respeito de família. Família é um projeto de Deus para proporcionar alegria, completude, mas quando o pecado entrou no coração do homem, a finalidade sucumbiu. Mas, para quem serve a Deus, como no caso do José, a finalidade se perpetua como plano de Deus para o homem. A família passou a ser um fábrica de neuroses, de contendas, de ciúmes. Mas, pelo visto, José estava com o coração sarado. Bem sarado, ao ponto de dizer aos irmãos que não se preocupassem, que não se culpassem, pois, se ele chegou ali, foi porque com certeza, Deus tinha um propósito. Portanto, José tira a culpa dos irmãos; José não os penaliza, ao contrário, os perdoa, para nos ensinar que família é LUGAR DE PERDÃO. No dia que em que esse nutriente faltar, a família já morreu.  

domingo, 1 de junho de 2014

33/2014 - "E a porca lavada ao espojadouro de lama"

Lucas 8:27. - Pregação deste domingo 01 de junho de 2014. (Pr. Antonio José)
O diabo oprime as pessoas; as escravizam, as cegam. Às vezes fazemos uma ideia errada sobre possessão. Achamos que as pessoas possessas são aquelas que caem, se batem, ficam inconscientes. Nós estereotipamos as possessões. Mas, se olharmos no texto, esse possesso sabia quem era Jesus; sabia que Jesus o incomodava. Esse possesso adorava a Deus; por isso, possesso não é aquele que perde a consciência e cai; mas todo aquele que se sente incomodado quando ouve falar de Jesus. Possesso é aquele que sabe quem é Jesus, mas está preso, amarrado em cadeias;  é aquele que resiste a Jesus e vê em Jesus um incômodo. O diabo arrastou aquele homem para o lugar onde ele quer que todos os homens estejam, no sepulcro, no cemitério, no lugar de morte. No lugar de opressão. O texto diz que o diabo arrebatava o homem para o deserto. Arrebatar significa sequestrar, roubar, subtrair. O diabo rouba a consciência das pessoas, rouba a liberdade, o poder de decisão das pessoas. E as leva para o lugar deserto. O deserto é lugar de morte, lugar sem esperança, lugar sombrio, lugar sem saída, lugar sem água. O apóstolo chama isso de mente entenebrecida: Entenebrecidos no entendimento, separados da vida de Deus pela ignorância que há neles, pela dureza do seu coração.(Efésios 4:18). Uma mente que não assimila mais nada de Deus, mas resite a Deus. O apóstolo diz que o diabo cegou o entendimento dos incrédulos afim de que não vem a luz do evangelho:"Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus.(2 Coríntios 4:4). Satanás existe e está aí. Quando o crente, se converte o mesmo rompe com o diabo e seus apetrechos, mas o diabo não o deixa em paz; ele faz com que o crente volte atrás e quando este volta atrás cumpre-se a aquilo que o apóstolo Pedro escreveu: 
"Deste modo sobreveio-lhes o que por um verdadeiro provérbio se diz: O cão voltou ao seu próprio vômito, e a porca lavada ao espojadouro de lama". 2 Pedro 2:22

domingo, 25 de maio de 2014

32/2014 - "Os cães ficarão de fora"

Leia o texto: 
Porquanto se, depois de terem escapado das corrupções do mundo, pelo conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, forem outra vez envolvidos nelas e vencidos, tornou-se-lhes o último estado pior do que o primeiro. Porque melhor lhes fora não conhecerem o caminho da justiça, do que, conhecendo-o, desviarem-se do santo mandamento que lhes fora dado; deste modo sobreveio-lhes o que por um verdadeiro provérbio se diz: O cão voltou ao seu próprio vômito, e a porca lavada ao espojadouro de lama. 2 Pedro 2:20-22.

Mensagem: Por mais dura que seja esta palavra, mas, difícil de come-la. Mexe com a gente, pois, não só nos incluímos, quem sabe, mas incluímos também, muitas pessoas que já passaram pela gente. A fé é o nosso maior bem, o nosso maior patrimônio. É um alvo que o diabo tenta joga-la por terra. Ele sabe que se sucumbimos na nossa fé, perdemos o sentido da nossa existência. O relatório de Paulo, mostra o quanto ele, mesmo foi tentado a desviar-se dela. Mas, venceu e guardou sua fé. II carta a Timóteo 2:7. Isso mostra de algum modo que, a vida com Deus é um caminho logo, e arriscado. É um caminho cujo mapa, se chama fé. Abdicamos e renunciamos muitas coisas em nome da nossa fé. Mas, o inimigo não nos deixa em paz para que vivamos bem a nossa fé. O inimigo atua, atacando a nossa fé. E por que ele faz isso? Porque ele sabe que toda a nossa vida, todo o nosso jeito de ser na vida depende da nossa fé. A fé no nosso Deus, é  pois, a base da nossa conduta cristã. Um dia decidimos pela fé. E e deixamos o pecado em nome dessa fé. No livro do Apocalipse o texto confirma o que temos dito até aqui. No dia que nos apresentaremos diante de Deus, ficarão de fora, os cães. Os cães são animais que agem pelo instinto, e pelo instinto, eles são capazes de comer o próprio vômito. Por isso, Pedro usou dessa ilustração. Quem sucumbir na fé, retrocede ao pecado, cai e então, o ditado popular se cumpre, o crente e agora ex-crente volta ao pecado, ou seja, a comer aquilo que um dia pela fé, renunciou, mas não perseverou, e sucumbiu. 

"Mas, ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira". Apocalipse 22:15

domingo, 11 de maio de 2014

31/2014 - O amor extravagante de Rispa

2 Samuel 21:1-22 - 
Este texto é longo, mas desenha uma história comovente, fascinante. O amor de uma mulher pelos seus filhos. O que o amor de uma mulher é capaz de fazer pelos filhos; um amor extravagante. Mas, é além disso podemos pensar nos "cadáveres" espirituais. Àqueles que morreram; que dizem que morreram em Cristo; que dizem e acreditam serem cristãos, ou que já tiveram contato com a palavra, mas lamentavelmente, morreram, mas não foram enterrados. Morreram no dia do batismo, mas não ressuscitaram para a glória como os filhos de Rispa, que foram enforcados, mas como malfeitores não mereciam ser enterrados como pessoas dignas; mas que fossem devorados pelos urubus e pelas feras da noite. Mas, a Rispa, àquela pobre mulher, deu-nos uma lição: desistir nunca, perseverar sempre. Colocou uma lençol numa pedra e ali ficou vigiando os filhos afim de que não fossem devorados pelos bichos. Os filhos foram enforcados, uma cena difícil para uma mãe. Mas, o amor extravagante daquela mulher, a expôs, durante seis meses vigiando os cadáveres. Situação que nos leva a pensar que jamais podemos desistir dos nosso filhos; ou dos cadáveres espirituais com quem convivemos. São aqueles que decidiram por Jesus, aceitaram o batismo, mas que, não desceram ao "sepulcro" da renuncia, e exalam, não o perfume de Cristo, mas o odor do pecado, da vergonha, e a imoralidade. Estes estão pendurados. O relato é rico de significados. Não podemos deixar de ler o texto. Por um lado nos leva a pensar sobre a nossa vida espiritual, que muitas vezes como aqueles cadáveres estão pendurados. Por outro lado, podemos pensar sobre o nosso compromisso para com esses cadáveres ambulantes que fedem o pecado, a indiferença. Por outro lado podemos pensar no que amor pelas vidas é capaz; é capaz de nos expor, é capaz de lutarmos enquanto não vermos um "enterro" digno. Davi ao saber do acontecido, resolveu juntar os ossos de Saul, do Jônatas e dos filhos de Rispa e lhes deu um enterro digno e então aí o Senhor aplacou a sua ira. 

quarta-feira, 23 de abril de 2014

30/2014 - Palavra da Ordenação

Introdução: No celebração solene de ordenação pastoral e diaconal a Presidente do Corpo de Presbítero nos trouxe algumas palavras antes da abertura oficial da celebração. Citou alguns textos, dentre esses o texto no qual, Josué é advertido não virar nem para esquerda e nem para direito, mas permanecer no mesmo, e depois a pastora nos levou até a passagem do jovem rico, no qual, este não poderia ser digno do chamado ao pastorado, tendo em vista o seu apego ao dinheiro. 

Mensagem: No texto de Josué, capítulo primeiro o Senhor advertiu o sucessor de Moisés a ser forte e corajoso. Ele era o homem de Deus que levaria o povo a tomar posse da terra que o Senhor Deus havia prometido ao seu povo. Com certeza, o encorajamento do Senhor, apontava para uma tarefa árdua que exigiria confiança, e fé na Palavra de Deus ante aos desafios que estavam por vir. Antes a pastora relatou, o fato que ocorreu, quando Moisés ordenou que os espias fossem verificar a terra que o Senhor lhes dava a possuir. Mas, os espias trouxeram dois relatórios, um negativo e outro positivo. Dez do espias trouxeram um relatório desanimador, um relatório nenhum um pouco encorajador. Disseram que a terra era boa, e que de fato manava leite e mel, mas, lá haviam homens gigantes, e eles não tinham como enfrentá-los. Daí a pastora desenha sua mensagem, o líder de Deus é aquele que sempre encoraja, anima, fortalece, passa confiança e nunca medo, ou voltar atrás. Isso não só serve para os escolhidos ao pastorado, mas todo o crente. O desânimo e a murmuração é danosa, venenosa. Por meio dela, aqueles espias medrosos contaminaram todo o povo fazendo com que, todo o povo ficasse também desanimado, mas dois homens, de um lado Josué e de outro Calebe, pois, este tinha um espirito excelente, fizeram a diferença, O contrário dos colegas, Josué e Calebe deram testemunho de que Deus, era aquele que os faria tomar posse da terra, e eles apenas instrumentos de Deus. Eles precisavam confiar na promessa de Deus. 
1. O pastor deve estar pronto para vencer os desafios, olhar pra frente e nunca pra trás. 
2. O pastor deve ter consciência do poder da contaminação. Esta destrói; tira o ânimo e intimida os demais. 
3. O pastor não pode ser um murmurador, mas um encorajador. 
4. O pastor não pode virar nem para a esquerda e nem para direita, mas permanecer no centro da Palavra de Deus. 
5. O pastor deve aprender e viver de fé e fazer dela sua única âncora. 
A pastora citou o jovem rico, que saiu triste depois que Jesus o advertiu de que lhes faltava alguma coisa. Aquele jovem era apegado ao seu dinheiro e sua riqueza. O pastor não pode ser apegado às coisas materiais; o pastor é um homem, ou pelo menos deveria ser um homem preparado para abdicar das coisas em prol das coisas e obras de Deus. 

Obs. textos que a pastora se apoiou: Números 13:25-33. Josué 1: 7-8; Mateus 19:16-23. 

Mensagem do preletor: Num segundo momento da Palavra, o pastor preletor dividiu com os presentes alguns textos dos quais foi possível extrair algumas lições de vida: 
1. O pastor é prisioneiro de uma causa - Efésios - 4:1. Paulo era prisioneiro de Cristo, o que significa que, um prisioneiro não pode sair pois está num confinamento, assim, isso ilustra o sentimento, de uma pessoa que esteja totalmente envolvida na causa de Cristo. Ela não se sente e nunca se sentirá à vontade para abandonar ou fugir. O envolvimento por uma causa é como um confinamento que nos deixa absolutamente embriagados dela. 
2. O ministério pastoral implica em perdas - I Corintios 4:9-16. Como apóstolo ele se sentiu o último de todos; espetáculo do mundo, sofrendo humilhações e vergonha. Não há outra palavra que traduza isso, se não realmente, perdas, em que por amor a causa do evangelho o homem de Deus passa. 
3. O ministro de Deus supera as lutas com grandeza de espirito - II Corintios 4: 8-9. Paulo dizia que em tudo ele era atribulado, mas não angustiado, perplexos, mas não desanimados, Portanto, o ministro de Deus supera suas dificuldades diferente, não como um derrotado, ou um desvalido e miserável, mas com coragem, com força. 
4. O segredo da superação - I Coríntios 4: 17 - O pastor vive o paradoxo da fé. Sua base não está no seu dinheiro e nem nas pessoas; mas sua base está na esperança de que a leve o momentânea tribulação é incomparável com a glória que nos espera. 

Que Deus continue nos abençoando sempre. 

terça-feira, 22 de abril de 2014

29/2014 - O Batismo

Introdução: Diferente de outras mensagens trazidas no culto de batismo, o Pastor Antonio trouxe uma reflexão baseada no texto abaixo. Muito interessante, o que enfatizou. Leiam o texto, e observem as palavras em negrito: 


"Não escrevo estas coisas para vos envergonhar; mas admoesto-vos como meus filhos amados. Porque ainda que tivésseis dez mil aios em Cristo, não teríeis, contudo, muitos pais; porque eu pelo evangelho vos gerei em Jesus Cristo". I Coríntios 4:14-16.


Mensagem: Paulo, homem de Deus foi muito transparente nas suas colocações. E nessa transparência, às vezes não nos damos conta de que, se foi mantido o texto, e aceito como inspirado por Deus, logo, todas suas colocações, não eram dele, mas vindo da parte de Deus. E Paulo na sua transparência revelou suas lutas, seus conflitos, suas reivindicações, e as doutrinas da Palavra de Deus. Mas, de cada colocação feita por Paulo, era o que realmente Deus, quis comunicar para todos nós. E uma das revelações que o Pastor alcançou foi, pois, a relação entre o pastor e as ovelhas. Quando ele diz que os crentes de Corinto poderiam ter muitos aios, ou seja, muitos tutores, ou responsáveis, contudo nenhum deles poderia assumir a paternidade espiritual. Na igreja todos somos responsáveis uns pelos outros, uns mais outros menos... As pessoas hoje costumam transitar de igreja a igreja; se desligam às vezes por coisas tão pequenas; por coisas que poderiam ser superadas pelo amor, pelo vínculo da paz. Mas, às pessoas, esquecem da paternidade espiritual. O pai espiritual é aquele que batiaa; é aquele que discipulou, ensinou a palavra e consequentemente batizou. Por isso, Paulo, em II Coríntios 11,2 escreve que ele tinha zelo pela a igreja, preparando-a para apresenta-la sem mácula ao marido, a saber, Cristo. Eis a relação entre aqueles que o pastor ensina e batiza. Há, pois, uma relação mútua entre ambos. Se todos levassem em conta essa verdade, ninguém abandonaria sua igreja e seus pastores, pois, nossos pais  biológicos sempre serão àqueles que geraram quer a gente goste deles ou não e do mesmo modo, o pastor, pai espiritual que nos gerou para o céu, merece tamanha honra. 


terça-feira, 15 de abril de 2014

28/2014 - Seminário sobre a Família

"Uma das marcas da família".

O Pastor Antonio José esteve na cidade Birigui no interior de São Paulo na Igreja Batista Renovada do Apóstolo Jair e ali ministrou no domingo pela manhã e domingo nos dois cultos sobre um Seminário sobre a Família. Pela manhã ele dividiu com os presentes que sempre que se lembra de família se pensa em algumas coisas, a saber...
1. Família é um lugar de afinidade. E afinidade é aquilo que une pessoas em prol de um mesmo fim e propósito. Quando um casal se une pelo laço do matrimônio de onde nasce e se origina a família, o faz movido por sentimentos comuns. Afinidade é estar na mesma direção, mesmo as diferenças que fazem parte da singularidade de cada um. Mas, e interessante observar, que o comum deve superar as diferenças o contrário o conflito é iminente, e a família estará vulnerável ao fracasso. 
2. Família lembra lembra responsabilidade. Somos responsáveis para com aqueles que temos afinidades e isso é mais concreto e real no contexto de família. Um dos textos mencionado pelo pastor foi o momento em que o Senhor Deus perguntou ao Caim onde estava o seu irmão. É obvio que não se tratava de um espaço físico, mas de uma condição. Qual era, pois, a condição que Abel estava ocupando naquele momento na vida de Caim. Do mesmo modo o pastor questionou aos presentes, sobre o lugar que os seus "iguais" ocupavam em suas vidas. 
3. Família lembra troca, e troca no sentido de empatia, compreensão, ajuda mútua. É o lugar onde aprendemos a dividir, compartilhar, somar, agregar e nunca subtrair. Família é o lugar de encorajamento. 

Finalmente, o pastor leu o texto de Êxodo 17, quando o povo de Deus teve que enfrentar os amalequitas no deserto. Moisés subiu ao monte, e junto Hur e Arão subiram também, quando estes viram que o segredo da vitória estava nas mãos levantadas para o céu, logo eles arrumaram uma pedra para que Moisés se sentasse e lhes apoiaram os braços levantados. No texto o pastor elucida que aí está o exemplo de afinidade, de responsabilidade e de troca. 

No domingo à noite. 

Foram dois cultos, no primeiro, o pastor trabalhou com os presentes o texto da oração que Jesus nos ensinou em Mateus 7. Nele Jesus traz e resgata ao homem o sentido de pai e de família. "Pai nosso que estás no céu". O pai é a figura de provedor; aquele que cuida e ampara, que zela. Mas, muitos experimentaram com aquele que deveria amparar, o abandono e desprezo. Por meio do pai aprendemos os limites e o princípio de autoridade, mas aquele que nos deveria ensinar isso, passou uma imagem de uma um hostil e odiosa. Por meio dos pais fragilizados crescemos com marcas profundos as quais reproduzimos no dia a dia, com a família, com as esposas e com os filhos, mas quando chegamos e Jesus, re-significamos o verdadeiro sentido de um Pai, um Pai celestial que está tão próximo de nós, para nos dar o nutrientes da vida, para nos trazer o princípio de reino, que nos livra dos terrores de nós mesmos e dos males que nos cercam, esse Pai tem um nome, Maravilhoso Conselheiro, esposo, amigo, companheiro. 

No segundo culto, o pastor abordou o texto de Ezequiel 36,24-28. Baseado no texto, o pastor fez a seguinte contextualização como lição de vida. O pastor fez um breve relato da situação em que o povo de Deus esteve espalhado, lá no passado, e a partir da narrativa a seguinte aplicação. 
1. A família é o lugar onde nos tornamos pessoas, e pessoas inteiras, mas acontece às vezes o contrário. Somos espalhados, fragmentados e vivemos todos divididos. Quando crescemos procuramos nossos pedaços, nossas partes, quando o jovem procura a droga ou a prostituição é porque espera encontrar lá o seu pedaço. Mas, quando a pessoa chega a Jesus, finalmente àquilo que ficou despedaçado fica inteiro; somos pessoas inteiras em Jesus. 
2. Quando não temos bons referenciais na família, também procuramos fora, por isso a razão dos apegos, das paixões sem limites, eis os ídolos mencionados no texto.  Ídolo é aquilo com quem nos identificamos, nos relacionamos como algo divino, mas, na contextualização, os ídolos dos quais o Senhor nos lava, são nossas paixões e apegos que fazemos em relação ao dinheiro, ao poder, às pessoas, etc. 
3. No texto, o profeta diz que o Senhor nos dá um novo espírito, um novo coração. Aqui, o pastor enfatizou, que na família, experimentos os mais diferentes sentimentos, nela nos  machucamos e guardamos ressentimentos, e com as emoções feridas nos relacionamos e machucamos pessoas. Mas, a promessa de Deus, é pois, tratar com as feridas de nossas almas, para que sempre experimentemos o novo. 
4. Finalmente, o Senhor tem um promessa de nos dá um novo coração. Um coração que pode ser tratado, um coração maleável, um coração resignado, um coração flexível, um coração curado. 

Segunda à noite. 

Na segunda à noite o Pastor participou de um simpósio "A Saúde Mental do Líder". Partindo do conceito de saúde segundo a OMS, a conclusão foi que todos nós estamos de algum modo doente, pois, saúde é o bem estar biológico,  social e psicológico. Hoje, há uma preocupação de se resgatar a totalidade de sujeito que fora fragmentado pela filosofia grega. Os hebreus pensavam o contrário; pensavam num homem inteiro. A partir da era patrística, ocorre que a filosofia entra para o discurso teológico, e filósofos como Origines e Clemente queriam fazer um efusão entre os dois saberes, o resultado disso, foi a fragmentação. Então a doença sofreu uma influencia, por exemplo, a enfermidade do corpo. Se maximizou a virgindade em detrimento da sexualidade, por isso, o surgimento do movimento dos anacoretas. O pastor citou que potencialmente o homem é um sujeito doente, mas que vivencia riscos de vulnerabilidade para que a possibilidade de adoecer aconteça. O pastor fez uma distinção entre Psicologia, Psiquiatria e Psicopatologia e citou algumas doenças mentais, cuja causas estão no aparelho psíquico e não no aparelho biológico. O líder, sobretudo o pastor vive o risco da vulnerabilidade por conta daquilo que é inerente ao pastorado: abandono, solidão, motivar os outros, mostrar bom desempenho, ativismo, família pastoral que nem sempre condiz com bons exemplos, exemplo moral, etc. O pastor encerrou lendo alguns dos textos do apóstolo Paulo e a conclusão que se chegou foi que os fatores de vulnerabilidade às doenças são contornadas, quando o líder se respalda na estrutura da personalidade de Cristo. 

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